quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

ANGÚSTIA : ATENTADO

 

Onze de setembro...

Escrevo esse verso!

A existência é crua

Burro conto de fadas

Ficção de paixão de novelas

Não passam de delírios

Ensinam-me ser descontrolado

Quando amo o moderado

Não! Napoleão é um herói?

Sócrates alguém mais...

Kant menos ego...

Hoje escrevo mais filosofias que Platão!

Mais poemas que Fernando Pessoa!

Se danem as Universidades da mediocridade mecânica

E a estúpida ABL!!!

Não quero me assentar na cadeira velha

“ com a boca aberta escancarada cheia de dentes

Esperando a morte chegar”

MEC é igual:

Mercado Europeu Comum!

Vestibular é se vestir de listrado

Para parecer zebra e ser burro!!

Quem diria?

Das canções dos cantores da crua existência!

Então Ajadja escreve sobre o que deveriam ser

E o que não são!

Wagner mais músico, menos  poeta...

Goethe mais lembrado no tempo

Beethoven vivido o eterno!

Schopenhauer outra chance...

Oh! Desespero!

A existência é crua?

Faça o bem hoje

Basta o mal ao seu dia

Ótimo exemplo!!!

A figura Jesus!..

Não funciona mistura... 

Lógica aristotélica, conceito platônico,

Fisíca de Einstein e desespero Nietzschano...

Falam as belezas poéticas

A existência é crua!!!

Minha fé diz sim!

Nós a perdemos!

No primeiro homem!!.

Crueldade é não esperar

Se toda história tem fim...

Seja leal

Mesmo crua

Salada é comida!

Ainda que não goste de tudo!!

Tu fostes criado para provar!

Já provastes de Deus?

Então!?

 

 Almeida, Joel. Túmulo de Roecken. 2002

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