domingo, 22 de março de 2009

TENOR & PSIU POÉTICO

Retroagindo a minha encômia infância
Idos de apreço a estilística portuguesa
Absoleta artificiosa da articulação nacional
Que se agrada da leviana picaresca
A radícula verbal já não têm ação
Iminente deletério do seu cemitério
Prepotente arrogância de arte finalista
Incentivo estabanado ao leitor preguiça
Pestífera comunicação de tuins
Coadunados nessa badélica penúria intelectual
Se não me lêem, o fajuto não será meu fácil.
Essa idiossincrasia será uma censura
Principesca liberdade do belo
Coerência caceteadora da regressão
Antídoto antipútridor dessas mentes
Conflito do Ajadja que se queixa.
Cheio de sotaque mineiro “soleto” que não deixa.
Almeida, Joel. Ajadja Brasil. Montes Claros 2002.

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AJA-DJA Brasil (2001)

AJA-DJA Brasil (2001)
Obra apresentada no salão de poesia "Psiu Poético" (Montes Claros-MG)

Sobre o Poeta Joel Almeida

O POETA MORREU, AGORA O POETA VIVEU?