segunda-feira, 2 de março de 2009

Psiu Poético: PRÓXIMO OU DISTANTE

Sofistas falaciosos 
Dramaturgos demagogos 
Relativistas absurdos 
Os ossos humanos desgastados 
Não são medidas de todas as coisas 
Tudo não está em transição... 
O absoluto transcendente é permanente 
Ao menos que provem sua inexistência 
Que tragédia! Só conseguimos a metade! 
É uma moeda com cara e coroa 
A convicção inabalável liberta 
Se sua base é o conhecimento do altíssimo 
O meio legal para esse fim 
O Cristo aperfeiçoado em mim 
Meu próximo é um  eu A
Um eu que quer ser amado 
Não um objeto B a ser usado 
Quer expressar sua justiça 
O particular se vinculando ao ser 
Que dá crescimento ao corpo 
Sendo um membro justo nele 
“Tudo que queres que os homens te faça, fazer a eles também” 
Ame o próximo como a ti mesmo 
Assim estarás amando a ti mesmo 
Ou então uma opção é o conflito 
Odiar o próximo como veneno E morrer envenenado por ele... 
A realidade consiste em uma opção: 
A eternidade! 
A questão é: amando o próximo, próximo de DEUS... 
Odiando o próximo, próximo da distância de DEUS. 
ALMEIDA, Joel. Deliberação. Montes Claros, 2003 

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AJA-DJA Brasil (2001)

AJA-DJA Brasil (2001)
Obra apresentada no salão de poesia "Psiu Poético" (Montes Claros-MG)

Sobre o Poeta Joel Almeida

O POETA MORREU, AGORA O POETA VIVEU?