segunda-feira, 26 de julho de 2010

DA MORTE

Poeta é poeta

Vê no sono

Sonha acordado

Escreve nas rochas

Nas tábuas secas

Torna-se emprestado

Nos castelos dos burgueses

Eu disse!!!

Não sou poeta burguês!

Muitos foram

Antes de mim.

Nem de pobre

Como por aí!!!

Minha linhagem é fina!

Minha poesia

Ama boa poesia

Detesta velha vazia

Cospe vaca nova que não dá cria!!!

Amo poesia!

Não o poeta!!!

Só o da vida!

Não estes loucos da morte!

Chamam as cordas de burras

Poetas que vêem muito

E fogem da verdade

Não interpretam o Absoluto!

Cravam uma faca no peito!

Descem a sepultura

E não deixam esperança

Não quero saber de morte!

Meu ideal é = Vida!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

AJA-DJA Brasil (2001)

AJA-DJA Brasil (2001)
Obra apresentada no salão de poesia "Psiu Poético" (Montes Claros-MG)

Sobre o Poeta Joel Almeida

O POETA MORREU, AGORA O POETA VIVEU?