segunda-feira, 26 de julho de 2010

POETA DE ONTEM

Oh!?.

Expressa que não sentes

Injustiça que não choras

Selos pintados de cores

Palavras em cofres

Ações que não mudam

Quase conseguimos

Tudo que não conseguimos

Ainda olho de fora

Um pouco de dentro

Nem tudo é pra compreensão

Ou pra confusão

Nada é novo

Era antes de mim

Será após meu fim

Li ontem um poeta

Céptico doente

Sua voz voava no papel

Suas palavras falavam

Com pouca segurança

Incertezas nas incertezas

Possuía tua beleza

Pouco cheia, quase vazia

Tua alma enlouquecida

Bebeu o veneno do esoterismo

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