segunda-feira, 26 de julho de 2010

TENOR & PSIU POÉTICO

Retroagindo a minha encômia infância

Idos de apreço a estilística portuguesa

Absoleta artificiosa da articulação nacional

Que se agrada da leviana picaresca

A radícula verbal já não têm ação

Iminente deletério do seu cemitério

Prepotente arrogância de arte finalista

Incentivo estabanado ao leitor preguiça

Pestífera comunicação de tuins

Coadunados nessa badélica penúria intelectual

Se não me lêem, o fajuto não será meu fácil.

Essa idiossincrasia será uma censura

Principesca liberdade do belo

Coerência caceteadora da regressão

Antídoto antipútridor dessas mentes

Conflito do Ajadja que se queixa.

Cheio de sotaque mineiro “soleto” que não deixa.

Almeida, Joel. Ajadja Brasil. Montes Claros 2002.

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AJA-DJA Brasil (2001)

AJA-DJA Brasil (2001)
Obra apresentada no salão de poesia "Psiu Poético" (Montes Claros-MG)

Sobre o Poeta Joel Almeida

O POETA MORREU, AGORA O POETA VIVEU?